** PAISAGENS PARAENSES **


08/02/2008


Escrito por Guilherme Andrade às 12h26
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Escrito por Guilherme Andrade às 12h03
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24/03/2006


araguaia

Coqueiros
 
Lá fora os coqueirais
abrem suas palhas
ao mundo.

Cá dentro um vento forte
de quem não sabe
ser coqueiro.

 

 
 
 

 

 

 
 
 
 
 
 
 

 

Escrito por Guilherme Andrade às 07h17
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14/03/2006


     "À tarde, o cavalinho branco
está muito cansado:
mas há um pedacinho de campo
onde é sempre feriado,


O cavalo sacode a crina
loura e comprida,
e nas verdes ervas atira
sua branca vida.
Seu relincho estremece as raízes
e ele ensina aos ventos
a alegria de sentir livres
seus movimentos.
Trabalhou todo o dia tanto
desde a madrugada!
descansa entre as flores, cavalinho branco
de crina dourada

 

Escrito por Guilherme Andrade às 13h47
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07/03/2006


"Este é Gabriel meu filho caçula

ele não é uma paisagem Paraense

mas faz parte dela"

Escrito por Guilherme Andrade às 07h39
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01/03/2006


A serra dos carajás tem minérios para 400 anos

Escrito por Guilherme Andrade às 11h03
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28/02/2006


 

Autor: Luiz Vaz de Camões

 

 

Alma minha gentil, que te partiste
tão cedo desta vida descontente,
repousa lá no Céu eternamente,
e viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,
memória desta vida se consente,
não te esqueças daquele amor ardente
que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te
alguma cousa a dor que me ficou
da mágoa, sem remédio, de perder-te,

roga a Deus, que teus anos encurtou,
que tão
cedo de cá me leve a ver-te,
quão cedo de meus olhos te levou.

 

Escrito por Guilherme Andrade às 09h56
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23/02/2006


Fixo meu olho no teu olho e flagro uma
Sombra de mim
queimando no teu olho.
Meu retrato afogado numa lágrima
Logo abaixo recolho.

Se entendesses de imagens e magias,
Com
minhas imagens nas pupilas frias,
De quantos modos tu
me matarias?

 

Tuas lágrimas sorvo doce humor,
E ainda que outras caiam,
vou deixar-te;
Meu retrato
se esvai, vai-se o temor
De ser enfeitiçado por tal arte;
Só reténs, afinal,

Minha imagem num único local:
Teu coração, livre de todo mal.

 

(do livro O Anticrítico, Editora Companhia das Letras)

 

 

 

 

Escrito por Guilherme Andrade às 10h58
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22/02/2006


Autor: Kalil Gibran

 

 

  Entre as colinas,
quando vos sentardes à sombra fresca
dos álamos brancos,
partilhando da paz e da serenidade dos campos
e dos prados distantes,
então que vosso coração diga em silêncio:
"Deus repousa na Razão".

 

E quando bramir a tempestade,
e o vento poderoso sacudir a floresta,
e o trovão e o relâmpago proclamarem
a majestade do céu,
então que vosso coração diga
com temor e respeito:
"Deus age na Paixão".

 

E já que sois um sopro na esfera de Deus
e uma folha na floresta de Deus,
também devereis
descansar na razão e agir na paixão.

Escrito por Guilherme Andrade às 10h00
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19/02/2006


lugar de descanço

Escrito por Guilherme Andrade às 10h26
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15/02/2006



 

A palavra


soa
como um rio
um murmúrio


um tom acima


um crepitar
de lamas
um desvelo


um farfalhar
de escovas


sons guturais
de um cego que
enxerga o fim


mãos
que se apertam
acolhem a benção


se cruzam
no escuro
gritam no gozo


cismas de velhos
crianças calam
massas ululam


a língua úmida
o dente tenso
cordas canoras
 

Escrito por Guilherme Andrade às 09h06
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13/02/2006


São Geraldo, verde o ano todo!!!

Escrito por Guilherme Andrade às 11h48
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11/02/2006


Primeira postagem. Sejam bem-vindos e espero fazer muitas amizades.

Escrito por Guilherme Andrade às 10h04
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